quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

 

  Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado “, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe…. Quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de GENTE!

(via regalar)

domingo, 13 de novembro de 2011




“Não devíamos ter de morrer -física ou psicologicamente - por amor. O amor devia ser sobre força , não fraqueza , tomada de direitos , não, dependência.”

(Jane Porter - O principe sapo)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011



“Ficar bem nem sempre deixa outras opções. É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar. É o estágio onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada. É o nada que você optou para parar de sentir dor. No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se.. Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso.”


Caio Fernando Abreu

Não preciso andar com muitos, só com os de verdade.
Felicidade é de graça, mas só pra quem sabe aproveitar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Não quer dizer que vamos deixar de gostar totalmente de alguém por que ela nos fez algo que não nos agradou. Vamos apenas ignorá-las por algum tempo, ver se tudo volta ao normal e se ainda vale à pena insistir.

Laura Peixoto

quinta-feira, 6 de outubro de 2011




“Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão; tranquilidade e inconstância; pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca."

Clarice Lispector